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OPORTUNIDADES E DESAFIOS

O VERENA preconiza que a viabilidade econômica é requisito de um projeto de sustentabilidade, que envolva também aspectos ambientais e sociais. O plantio de espécies nativas brasileiras cumpre esse papel.

As boas oportunidades para a silvicultura com espécies nativas...

     * Aumentar a disponibilidade da madeira tropical legalizada no mercado brasileiro e internacional para os diferentes usos.
     * Ampliar o mercado de produtos florestais não-madeireiros, como palmito, açaí, castanha, látex, sementes, fibras, frutos etc.
     * Oferecer uma alternativa rentável para o uso econômico de Reserva Legal.
     * Diversificar as possibilidades de ganhos correlatos, como comercialização de carbono e projetos para campanhas de marketing, de maneira a aumentar a margem de retorno.
     * Obter retornos em curto prazo pela combinação com outras atividades agropecuárias, como soja e milho, ou mesmo com a pecuária.
     * Aproximar setores da agropecuária e silvicultura, numa visão integrada de produção econômica na zona rural com vistas à implementação de uma economia de baixo carbono no país.
     * Criar externalidades positivas, tais como segurança hídrica e alimentar, conservação da biodiversidade, sequestro de carbono, melhoria da qualidade de solo, geração de emprego e renda e aumento da resiliência da paisagem, além de apoio técnico a comunidades.

... são maiores do que os desafios.  

     * Adequar os prazos de financiamento para projetos de reflorestamento com espécies nativas, atualmente baseados no ciclo produtivo do eucalipto, mesmo nas linhas dedicadas à agricultura de baixo carbono.
     * Documentar e fomentar mercados para produtos florestais madeireiros e não-madeireiros, hoje muito pulverizados.
     * Alinhar leis e regulamentações, muitas vezes contraditórias entre si e que acabam inviabilizando o manejo comercial de algumas nativas.