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SYMBIOSIS INVESTIMENTOS

Perfil de cultivo: Plantio econômico biodiverso
Local: Porto Seguro e Trancoso (BA)
Ativo: Floresta de aderne, argelim pedra, caxeta, gibatão, gonçalo alves, ipê amarelo, ipê felpudo, ipê ovo de macuco, jacarandá caviúna, jequitibá rosa, louro, macanaíba pele de sapo, massaranduba, óleo de copaíba, paraju, pau brasil, pelada, peroba amarela, peroba rosa, putumujum vinhático
Área de plantio: 861 hectares
Início do projeto: 2011
Produtividade: 10m3/ha
Uso final: madeira serrada

 
Sumário executivo do seminário realizado entre 29 e 30 de março de 2016

O workshop “Reflorestamento Com Nativas Para Fins Econômicos: Cacau e Sistemas Agroflorestais” e a visita de campo realizados no sul da Bahia, nas cidades de Trancoso e Porto Seguro, renderam a segunda atividade dos três casos selecionados para mostrar a viabilidade do reflorestamento com espécies nativas para fins econômicos, no contexto do projeto financiado pela CIFF “Mobilizando Mercados para Capturar Carbono através de Projetos de Reflorestamento com Espécies Nativas para Fins Econômicos no Brasil” (VERENA).

Organizada pela Symbiosis, em parceria com WRI Brasil e a UICN, a atividade contou com a participação de 58 pessoas na visita a campo e no workshop.

Dentro dos 12 pilares trazidos do workshop anteriormente realizado pela Amata, concluiu-se que ainda faltam peças para a valorização econômica do reflorestamento de espécies nativas e, por enquanto, inexistem projetos em grande escala, de maneira que se possa concluir quais são os modelos de produção e de negócio ideais.

O workshop cumpriu seu objetivo e identificou como prioridades, dentre os 12 pilares definidos, os temas Pesquisa & Desenvolvimento (P&D) e Modelagem Econômica. É central construir uma rede de unidades demonstrativas, pois já existem várias experiências que podem ajudar a entender os diversos modelos e apresentá-lós como conceito a potenciais investidores.

Os cases Amata, Symbiosis e Fazenda da Toca são relevantes como exemplos para se aprofundar e inovar. O design dos modelos propostos por eles não está integralmente consolidado e é possível que não considerem externalidades. Por outro lado, entendeu-se que não deve existir um modelo único, mas, sim, haver convergência de princípios.

Foi consenso entre os participantes do encontro a necessidade de colocar em curso o desenvolvimento e a implementação de uma plataforma de P&D. As inovações devem ser realizadas não somente em silvicultura, mas também no campo dos planos de negócios. Para tanto, é importante analisar o sucesso da indústria de papel e celulose e de outros setores, referências para uma plataforma de inovação e desenvolvimento de um setor agroflorestal industrial, bem como de um núcleo de liderança. . 

 

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